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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A história da Feira do Livro de Porto Alegre,uma das mais antigas do País e um dos maiores eventos culturais do Sul do Brasil


A Feira do Livro de Porto Alegre é uma das mais antigas do País. Sua primeira edição ocorreu em 1955 e seu idealizador foi o jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias. Inspirado por uma feira que visitara na Cinelândia no Rio de Janeiro, Marques convenceu livreiros e editores da cidade a participarem do evento.
A Praça da Alfândega era um local muito movimentado na Porto Alegre dos anos 50 e de 400 mil habitantes. A primeira edição, que começou no dia 16 de novembro de 1955, contava com 14 expositores, sendo as bancas criadas pelos carpinteiros da Livraria e Editora Globo.
O objetivo era popularizar o livro, movimentando o mercado e oferecendo descontos atrativos. Na época, as livrarias eram consideradas elitistas. Por esse motivo, o lema dos fundadores da primeira Feira do Livro foi: Se o povo não vem à livraria, vamos levar a livraria ao povo.
Na segunda edição do evento, iniciaram as sessões de autógrafos. Na terceira, passaram a ser vendidas coleções pelo sistema de crediário. Nos anos 70, a Feira assumiu o status de evento popular, com o início da programação cultural. A partir de 1980, foi admitida a venda de livros usados.
Foi nos anos 90 que a Feira ampliou-se, obrigando aos seus visitantes algumas voltas a mais, com um número maior de barracas e usos de novos espaços, incorporando a suas atividades encontros com autores, além dos tradicionais autógrafos. Em 94, algumas alamedas ganham coberturas, pois é histórica a relação da Feira com a chuva. No ano seguinte, 95, passa por uma processo de profissionalização, buscando o apoio decisivo das Leis de incentivo à Cultura e, também, criando um espaço para os novos leitores, crianças, jovens e adultos em fase de alfabetização. A Feira acompanha a transformação e internacionalização da cidade de Porto Alegre, que passa a receber grandes festivais e exposições (como o Porto Alegre em Cena e a Bienal do Mercosul).
No inicio dos anos 2000, a partir de conquistas na área do patrimônio e criação de novos centros culturais no entorno da Praça da Alfândega (como o Santander Cultural, o Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, além dos já existentes Margs e Memorial do RS), a programação cultural da Feira do Livro cresce em número de autores participantes e público visitante.










Fonte Imagens

Feira do livro nos dias atuais

Feira do Livro de Porto Alegre é um dos maiores eventos culturais do sul do Brasil. Ela acontece tradicionalmente entre o final do mês de outubro e o meio de novembro em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.


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terça-feira, 28 de maio de 2013

Café de cambona,um hábito centenário cultuado até os dias de hoje conheça essa história



A História
A tradição, vinda dos antigos tropeiros e carreteiros, no preparo do café na cambona é celebrada em evento típico em São Nicolau, nas Missões.
A realização do Café de Cambona remete ao resgate de parte da história do Rio Grande do Sul, cuja importância está naqueles que promoveram verdadeiros intercâmbios culturais por meio das tropeadas e carreteadas. 

Nestes roteiros, os homens saboreavam o café de inhame feito na cambona, em fogo de chão, por ser de preparo prático e rápido. O bolo frito, utilizado como acompanhamento, também poderá ser degustado no evento. Durante o Café de Cambona, os visitantes poderão participar da escolha do bolo e do café mais gostoso e original, além do galpão mais hospitaleiro. 


“É apenas uma demonstração para a população de como é possível colaborar com a natureza, de forma barata e deixando os ambientes bonitos e sustentáveis.”

Além da culinária, atrações culturais fazem parte da programação do Café de Cambona. também são realizadas apresentações artísticas, com músicas, danças, trovas e poesias. 





sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 7 de março de 2012

Uma linda e emocionante história de amor de um casal de idosos

Uma emocionante história de amor que nos serve de exemplo e nos mostra que o que realmente importa é a beleza interior,a beleza exterior é passageira e o amor é uma sabedoria que dura a vida inteira!

  
     Um casal de idosos que não tinha filhos morava em uma casa humilde, de madeira; tinha uma vida muito tranquila, alegre, e se amavam muito. Eram felizes.
Até que um dia aconteceu um acidente com a senhora. Ela estava trabalhando em sua casa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo seu corpo. O esposo acorda, assustado com os gritos, e vai à sua procura. Quando a vê coberta pelas chamas, imediatamente tenta ajudá-la.
O fogo também atinge seus braços e, mesmo assim, consegue apagá-lo. Quando chegaram os bombeiros, já não havia muito da casa, apenas uma parte, toda destruída. Levaram o casal para o hospital, onde foram internados em estado grave.
O senhor, menos atingido pelo fogo, saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada. Ainda em seu leito, a senhora, toda queimada, pensava em não viver mais, pois estava deformada, inclusive seu rosto.
Quando viu o marido na porta do quarto, foi perguntando:
- Tudo bem com você, meu amor?
- Sim - respondeu ele. Pena que o fogo atingiu os meus olhos e não posso mais enxergar... Mas fique tranquila, amor, porque sua beleza está guardada em meu coração para sempre.
Então, triste pelo esposo, a senhora disse:
- Deus, vendo tudo o que aconteceu, tirou-lhe a visão para que não presencie esta deformação em mim. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro.
Passando algum tempo e recuperados, saíram do hospital e conseguiram reconstruir a casa, onde ela fazia tudo para seu querido esposo. Ele dizia todos os dias que a amava:
E assim viveram vinte anos até que a senhora morreu. No dia do seu enterro, quando todos se despediam, o marido, sem óculos escuros e com sua bengala nas mãos, chegou perto do caixão. Beijando o rosto e acariciando sua amada, disse em um tom apaixonante:
- Como você é linda meu amor; eu te amo muito.
Vendo aquela cena, um amigo que estava ao lado perguntou se o que tinha acontecido era milagre, pois o idoso estava enxergando outra vez. Olhando nos olhos dele, o velhinho apenas falou:
- Nunca estive cego, apenas fingia. Quando a vi toda queimada, sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira. Foram vinte anos vivendo muito felizes e apaixonados... 


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Uma fantástica viagem no tempo no fascinante mundo das máquinas fotográficas

Olá meus amigos,seguidores e grandes parceiros do mundo virtual e grandes  admiradores de fotos,imagens e câmeras fotográficas que registram momentos importantes de nossas vidas e da humanidade, venho apresentar esse magnifico trabalho da Rita Novaes que fez um importante trabalho reunindo diversas imagens de máquinas fotográficas que registraram e fizeram história,graças a elas existem uma infinidade de fotos muito raras que nos informam e contam a história através de imagens inesquecíveis já que dizem que uma imagem vale por mil palavras,espero que gostem e visitem a página dessa  grande e talentosa pesquisadora que
que adora história 



Camera-obscura - 1800
 Câmeras fotográficas antigas

Câmera de grande formato - 1840
 Câmeras fotográficas antigas

Câmera Voigtländer para daguerreótipos - 1841

 Câmeras fotográficas antigas

Câmera Bourguin - 1845
 Câmeras fotográficas antigas

Aparelho universal de Chavalier - 1856

 Câmeras fotográficas antigas

Câmera-revólver de Thompson - 1862
 Câmeras fotográficas antigas

Aparelho Dubroni nº 1 - 1864

 Câmeras fotográficas antigas

Chambre Automatique" estéreo de Bertsch - 1864

 Câmeras fotográficas antigas

Câmera para "cartes de visite" de François Anzoux - 1876
 Câmeras fotográficas antigas
Tourograph nº 1 - 1878


 Câmeras fotográficas antigas


Câmera portátil Walker - 1881

 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Photosphere 9X12 - 1885

 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Câmera relógio Lancaster - 1886

 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Câmera de bolso Stirn - 1886
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Câmera Omnigraphe large - 1887
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Câmera Kodak One - 1888
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900


Câmera Demon detective - 1889
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Câmera Escopette 2 - 1890
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900


Câmera Photosphere 2 - 1892
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Câmera Verascope - 1894
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Câmara Kauffer Photo (saco de mão) - 1895


 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900


Câmera escamoteável Kodak - 1897
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900


Câmera Sigriste - 1899


 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900

Câmera RB Cycle Graphic (4 x 5) - 1900
 Câmeras fotográficas antigas 1880-1900


Camera panorâmica Al Vista - 1900
 Cameras fotográficas antigas

Camera de repetição New Gem - 1901
 Cameras fotográficas antigas

Camera Challenge Dayspool Nº 1 Tropical -1903
 Cameras fotográficas antigas


 Camera Kodak Nº 4 "Screen Focus" Modelo A - 1904

 Cameras fotográficas antigas

Camera Quta Modelo B - 1906
 Cameras fotográficas antigas

Camera Graflex - 1907
 Cameras fotográficas antigas

Camera Expo - 1911

 Cameras fotográficas antigas

Camera Tourist Multiple - 1913
 Cameras fotográficas antigas


Camera UR Leica - 1913
 Cameras fotográficas antigas
              Camera-espingarda Eastman - 1915
 Cameras fotográficas antigas
         Camera-aeroplano Williamson - 1915
 Cameras fotográficas antigas

Camera Makina Modelo 1 - 1920
 Cameras fotográficas antigas

Camera Cosmos 35 - 1922; camera Sico - 1923

 Cameras fotográficas antigas

Sobre a autora: rita novaes é tímida e sonhadora. Interessa-se por História e por histórias, sobretudo se forem bem contadas, por máquinas fantásticas e objectos coleccionáveis. Gostava de fazer muitas outras coisas mas só tem uma vida e pouco tempo. Noutra vida não teria de trabalhar e faria apenas aquilo de que gostasse, que é o que deveríamos fazer todos. Talvez um dia...





rita






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